Disco que você cria na máquina que será o servidor de rede
e usa para configurar os navegadores em outras máquinas de sua rede doméstica para usaro
compartilhamento de conexão com a Internet
DISK (disc)
Disco
DISK DRUID
Ferramenta para particionamento e configuração de
pontos de montagem usada na instalação do Linux
DISPLACE (dis-peis)
Deslocar
DISPLAY (dis-plai)
mostrar, exibir
DIRECT X
Ferramenta para desenvolvimento de aplicativos multimídia
O direct X fax com que arquivos de multimídea trabalhem mais
rápidamente no Windows
Biblioteca ou coleção de vários códigos prontos para serm utilizados
na instalação de aplicativos que utilizam recursos de multimídia avançados.
DIRETAS AO SISTEMA
Manipulaçõea a nível de bits
DIRETÓRIO ATUAL
É o diretório que contém os documentos em que voce está trabanhando
DIRETÓRIO CORRENTE
Diretório padrão
DISCO DE INICIALIZACÃO
Disco de boot qualquer disco capaz de carregar e inicializar o sistema
operacional
disco que contém todos os arquivos necessários
a inicializacÀO DO SISTEMA OPERACIONAL
DISCO DE INSTALACÃO
disco que aconpanha um periférico para ajudar na sua instalacão
DISPOSITIVO
Mecanismo eletrônico
Qualquer máquina eletrônica que faça parte e trabalhe em
conjunto com outras e se completem.
Qualquer mecanismo de hardware.
DISQUETE
Disco magnético pequeno e removível muito prático
para guardar informações de computador.
Os disquetes atuais possúem um raio de 3,5"polegadas e
uma capacidade de armazenagem de 1,44 MB.
Hoje existem os Zip Discos que podem amazenar 100 mb, 250mb
e possúem práticamente o mesmo diametro dos disquetes
tradicionais, sendo apenas um pouco mais espeços em torno
de 5mm enquanto que os tradicionais possúem aproximadamente
3 mm de espessura.
DITHERING
Pontilhamento
Conjunto de pontos minúsculos que podem ser usados
para criar cores intermediárias as cores básicas.
DIV
Tag usada em HTML para alinhar blocos de texto.
A tag DIV deve ser usada seguida do comando ALIGN
e com os seguintes parâmetros:
left, right, center
ficado o comando completo da seguinte forma:
- < DIV align=left >
- < DIV align=right >
- < DIV align=center >
D L L
Arquivo que contem rotinas (instruções ) que podem ser utilizadas
pelos programas.
DLLs são arquivos que são instalados nos seu microcomputador para serem usados
pelo sistema operacional e por vários outros programas que delas necessítem.
São arquivos que são plantados no seu computador para servirem de suporte a programas e oa sisstema
operacional
As DLL são muito usadas por programas antivirus para fazer as atualizações
de definições de virus, que servem para que o programa anti-virus posssa
detectar os novos viros que são diáriamente criados.
Por essa razão, alguns criadores de virus projetam virus que
destruam certas DLL para que não podendo ser o programa atualizado,
fique o sistema vulnerável a nóvas prágas tecnológicas.
DMA
Direct Memory access
Acesso direto a memória
Tipo de acesso a memória que certos dispositivos podem ter sem passar pelo processador.
DNS
Domain Name System.
Sistema de Nome de Domínio
Sistema usado na Internet para relacionar o numero
que todo o computador possúi, a um nome.
DNSSEC
DNSSEC é o nome dado às extensões de segurança que estão sendo propostas para o protocolo do DNS. Ele é definido pela RFC 2065, embora seja ainda considerado por muitos como um trabalho em progresso, pois não existe nenhuma implementação de uso corrente. Paul Vixie, num e-mail recente para a lista de usuários do BIND, disse que o desenvolvimento de um BIND com suporte de DNSSEC deve ser acelerado agora que a ISC (Internet Software Consortium) conseguiu uma pessoa para trabalhar nisto, e um acordo estava em andamento para permitir o uso/distribuição de bibliotecas de criptografia junto com o BIND.
A RFC 2065 trata de detalhes bastante complexos das alterações propostas, o texto a seguir dará apenas uma breve introdução ao uso do DNSSEC para resolver/atenuar o problema de segurança descrito.
SERVIÇOS NOVOS DO DNSSEC
As extensões propostas fornecem 3 serviços distintos: distribuição de chaves, certificação da origem dos dados e certificação da transação e requisição. Seguindo a filosofia original do DNS, os dados são de domínio público e não existe diferenciação dos clientes, isto é, todos recebem a mesma resposta (pelo menos no protocolo, o próprio BIND fornece maneiras de proteger os dados). As extensões não pretendem incluir nenhum tipo de lista de acesso ou outros meios de diferenciar os resolvedores de nomes.
As extensões introduzirão 3 novos RRs: KEY, SIG e NXT. A RFC 2065 detalha o formato destes RRs. Neste artigo, elas serão citadas no seu uso, para maiores detalhes os leitores são convidados a ler a RFC.
DISTRIBUIÇÃO DE CHAVES
Um RR chamado KEY foi especificado de forma a permitir ao DNS a distribuição de chaves públicas de criptografia. Este RR inclui campos com um identificador de algoritmo, parâmetros necessários ao uso da chave pública, além de uma série de indicadores, tais como o tipo da entidade associada à chave ou a ausência de associção da chave com entidades.
RRs KEY serão anexados à seção de dados adicionais, automaticamente, pelos servidores de nomes seguros, sempre que possível.
CERTIFICAÇÃO DA ORIGEM E DA INTEGRIDADE DOS DADOS
A certificação será obtida por assinatura criptográfica associadas aos RRs. Cada RR de uma zona terá associado um RR SIG. Geralmente, haverá uma única chave privada que assinará por toda uma zona. Se um resolvedor seguro aprender de modo confiável a chave pública da zona, ele poderá verificar se os dados assinados são certificados e razoavelmente atuais.
Esta chave de certificação da origem dos dados pertence à zona e não aos servidores que armazenam cópias dos dados. Isto significa que o comprometimento de um servidor, ou até mesmo de todos os servidores de uma zona, não necessariamente afeta o grau de garantia que um resolvedor tem de que ele pode determinar se o dado é legítimo.
A transmissão de RR SIGs assinando os RR das respostas não resolve, entretanto, o problema das respostas negativas, isto é, a resposta dada por um servidor quando um nome não existe, ou o tipo procurado não existe. Isto é resolvido com a introdução do RR NXT (non-existent). Este RR carrega a informação de que o nome procurado não existe, o nome mais próximo imediatamente anterior (talvez o próprio) e os tipos (A, MX, LOC, ...) a ele associados. Como os outros RRs, o RR NXT será assinado e terá um RR SIG associado. Estes RRs (NXT e SIG) deverão ser gerados a partir dos arquivos de zonas utilizados no DNS atual, usando uma chave privada guardada no servidor de nomes primário (master). Eles não são gerados dinamicamente. Portanto, não significam um acréscimo significativo de processamento para o servidor de nomes.
Existem dois casos em que um RR SIG não é assinado pela chave privada da zona. O primeiro caso dá suporte à atualização dinâmica quando algumas estações têm permissão para atualizar dinamicamente (DNS dinâmico) dados de uma zona. A estação fica, então, responsável também pela assinatura dos RRs modificados. A chave pública desta estação estará presente no arquivo da zona e será assinada como os outros RRs da zona, mas os RRs atualizados/modificados devem ser assinados pela estação.
O segundo caso suporta a certificação da transação e da requisição. A assinatura dos RRs não protege os cabeçalhos das mensagens do DNS nem suas requisições. Se os bits do cabeçalho foram falsificados por um servidor, existe pouca coisa que pode ser feita. Entretanto, é possível adicionar a certificação da transação. Tal certificação significa que um resolvedor pode ao menos ter certeza que ele está recebendo a resposta do servidor para quem ele acredita ter passado a consulta e que a mensagem não foi manipulada no caminho. Isto é feito adicionando, opcionalmente, um RR SIG no final de uma resposta que assina a concatenação da resposta do servidor com a consulta do resolvedor.
Consultas também podem ser assinadas com um RR SIG. No DNS atual, tais assinaturas não são usadas mas, no futuro, elas podem ser úteis para requisições de atualização dinâmica ou consultas especiais.
O protocolo detalha diversos aspectos de implementação que não serão tratados neste artigo mas que o leitor mais interessado deve verificar na RFC 2065. Em particular, é interessante ver o tratamento da assinatura de transferência de zona para servidores escravos, dos problemas que envolvem os CNAMEs, da expiração das assinaturas, os algoritmos de criptografia considerados e o formato das mensagens.
Conclusão
No estágio atual, a certificação pelo nome usando o DNS é altamente insegura. Protocolos implementados pelos comandos rsh, rlogin, rcp e telnet devem ser usados com muito cuidado e os administradores de sistema devem vigiá-los com tcp wrappers ou filtrá-los nos seus roteadores. A principal causa desta insegurança vem da possibilidade de poluir/adulterar o conteúdo das caches dos servidores de nomes do DNS que são utilizados para a certificação por nome. Embora muitos dos problemas no passado com o BIND tenham sido creditados a erros de implementação, existem omissões de segurança no próprio protocolo do DNS atual que permitem ataques não muito complexos aos servidores de nome.
Uma solução para parte destes problemas de segurança no DNS é proposta na RFC 2065 com algumas extensões ao protocolo atual. Estas extensões procuram validar os dados através de assinaturas criptográficas digitais. Para tanto, foram criados 3 novos RRs, KEY, SIG e NXT. Dessa forma, o DNS poderá servir também como uma maneira de distribuir chaves públicas (RR KEY) para outros usos, além da validação dos seus próprios dados. Com o uso de servidores de nomes seguros, isto é, servidores que assinem os seus RRs, e resolvedores seguros é possível garantir que os dados foram emitidos por quem se espera e não por alguém tentando invadir o seu sistema.
Além disso, o DNSSEC fornece uma estrutura de validação possível para o DNS dinâmico que pode torná-lo menos perigoso do ponto de vista de segurança.
Referências
Paul Vixie, DNS and BIND Security Issues, 5th Usenix Security Symposium, 1995.
D. Eastlake & C. Kaufman, Domain Name System Security Extensions, RFC 2065, 1997.
Paul Albitz & Cricket Liu, DNS and BIND, 2nd Ed, O'Reilly, 1997.
R. Elz & R. Bush, Clarifications to the DNS Specification, RFC 2181, 1997.
NewsGeneration, um serviço oferecido pela RNP – Rede Nacional de Ensino e Pesquisa
DOBRA
A secçào de sua página que fica visível na tela do monitor
logo que a mesma é aberta. Sem a necessidade de rolagem
para baixo.
DOCUMENTAÇÃO
Manuais e demais instruções sobre como usar um determinado programa
DOCUMENTO
Qualquer arquivo que tenha sido criado pelo
usuário.
Os documentos são criados pelo usuário de computador,
Não é necessário o uso de aplicativos de edição de texto como
este documento que você está lendo por exemplo. Ele é feito em
um bloco de notas sem o auxílio de editor de HTML, de texto ou de
corretor ortográfico, para que páginas que cada mes podem ficar maiores,
possam ser abertas rápidamente na Web.
No entanto tudo tem um custo. E neste caso o custo são as
centenas de erros tanto de digitação quanto de portquês.
Textos, planilhas, bancos de dados, desenhos criados
pelo usuário usando.
DOING (duin)
realização; execução; feito.
DOM
Document Object Model
DOMÍNIO
Domínio é o endereço eletrônico de uma empresa. Ele foi concebido com o objetivo de facilitar a memorização dos endereços de computadores na Internet.
Sem ele, teríamos que memorizar uma enorme sequência numérica. Em geral usa-se a forma (www.nomedaempresa.com.br).
DOMÍNIO DE PRIMEIRO NÍVEL - DPN
São as terminações de nome de domínio
Abaixo relacionamos uma lista de domínios de primeiro nível do Registro.br
(a Nic Brasileira)
DPNs para Instituições (Somente para pessoas jurídicas)
- AGR.BR Empresas agrícolas, fazendas
- AM.BR Empresas de radiodifusão sonora
- ART.BR Artes: música, pintura, folclore
- EDU.BR Entidades de ensino superior
- COM.BR Comércio em geral
- COOP.BR Cooperativas
- ESP.BR Esporte em geral
- FAR.BR Farmácias e drogarias
- FM.BR Empresas de radiodifusão sonora
- G12.BR Entidades de ensino de primeiro e segundo grau
- GOV.BR Entidades do governo federal
- IMB.BR Imobiliárias
- IND.BR Industrias
- INF.BR Meios de informação (rádios, jornais, bibliotecas, etc..)
- MIL.BR Forças Armadas Brasileiras
- NET.BR Detentores de autorização para os serviços de Comunicação Multimídia (SCM), Rede e Circuito Especializado (SLE) da Anatel e/ou detentores de Sistema Autônomo conectado a Internet conforme o RFC1930
- ORG.BR Entidades não governamentais sem fins lucrativos
- PSI.BR Provedores de serviço Internet
- REC.BR Atividades de entretenimento, diversão, jogos, etc...
- SRV.BR Empresas prestadoras de serviços
- TMP.BR Eventos temporários, como feiras e exposições
- TUR.BR Entidades da área de turismo
- TV.BR Empresas de radiodifusão de sons e imagens
- ETC.BR Entidades que não se enquadram nas outras categorias
DPNs para Profissionais Liberais (Somente para pessoas físicas)
- ADM.BR Administradores
- ADV.BR Advogados
- ARQ.BR Arquitetos
- ATO.BR Atores
- BIO.BR Biólogos
- BMD.BR Biomédicos
- CIM.BR Corretores
- CNG.BR Cenógrafos
- CNT.BR Contadores
- ECN.BR Economistas
- ENG.BR Engenheiros
- ETI.BR Especialista em Tecnologia da Informação
- FND.BR Fonoaudiólogos
- FOT.BR Fotógrafos
- FST.BR Fisioterapeutas
- GGF.BR Geógrafos
- JOR.BR Jornalistas
- LEL.BR Leiloeiros
- MAT.BR Matemáticos e Estatísticos
- MED.BR Médicos
- MUS.BR Músicos
- NOT.BR Notários
- NTR.BR Nutricionistas
- ODO.BR Dentistas
- PPG.BR Publicitários e profissionais da área de propaganda e marketing
- PRO.BR Professores
- PSC.BR Psicólogos
- QSL.BR Rádio amadores
- SLG.BR Sociólogos
- TRD.BR Tradutores
- VET.BR Veterinários
- ZLG.BR Zoólogos
DPN para Pessoas Físicas (Somente para pessoas físicas)
DOMÍNIOS MEMORIZÁVEIS
Nomes de Domínio de fácil memorização
Nomes Forte, Nomes Locais, Nomes Genéricos, Nomes Racionais.
No mundo real pode ser relativamente fácil memorizar uma marca, principalmente no caso
por exeplo de um estabelecimento comercial ou uma indústria localizada em uma avenida ou estrada
por onde você passa todos os dias. Neste caso a repetição da marca em seu cérebro
se dá compulsóriamente, mesmo quando você não está procurando aquela marca ela esta se
apresentando para você.
A memorização se da pela repetição do número de vezes
que voCê vê ou ouve determinado som ou imagem.
No entanto, no mundo virtual a memorização de uma marca é muitas vezes mais difícil.
O cérebro do cliente só vai visualizar determinada marca quando o cliente estiver disposto
a comprar determinado produto ou serviço.
Com isso a memorização de determinada marca é muitas vezes, talvez centenas de vezes
mais difícil de acontecer.
Essa dificuldade em memorizar uma marca no mundo virtual se da até mesmo com clientes
que já fizeram uma compra em determinado site, pois se o Nome do site erá Marca Própria
Fatalmente, foi encontrado em um Mecanismo de Busca. Isto quer dizer que o comprador encontrou
o seu site em um Gooscador. Dessa forma, seu cerebro não vai se preocupar
em memorizar o neme de seu site e sim o caminho para chegar até ele que foi procurando em um
mecanismo de busca. A pergunta que fica é a segunte: Será que da próxima vêz que seu cliente
pesquisar o Gooscador ele encontrará o seu site? e se encontra, será que não terá encontrado
desta vez utros vários sites para se decidir entre um deles?.
Por esse motivo é aconselhavel que empresas de qualquer ramo de atividade possúam
sites com Nomes de Domínio Memorizáveis
DOMÍNIOS NATURAIS
É o mesmo que nomes de domínio perfeito
São aqueles nomes de domínio que trazem o nome da coisa que seu site expõe.
Por exempro: www.dicionariodeinformatica.com.br é um nome de dominio perfeito pois o seu site
é um dicionário e trata sómente de assuntos de informática.
A grande vantagem de um domínio natural é o alto potencial de lembança que as pessoas
que o vititaram adquirem sobre o site visitado. Possibilitando que se lembrem do mesmo em uma próxima
vez que quiserem voltar novamente.
DOMÍNOS PERFEITOS
O mesmo que nomes de domínios naturais
DOMÍNIOS de TOPO
Consistem no últim grupo de caracteres de um Nome de Domínio
na URL www.portaldainternet.com.br
- Portaldainternet é o domínio,
- .COM.BR é o DPN (domínio de primeiro nível)
- .BR é o Domínio de Topo, também chamado de TLD (Top-Level Domain)
DOS
Disk Operating System.
Sistema Operacional em Disco
Sistema operaciona mono usuário sómente texto
que é gravado em disco magnético.
DOT
Ponto
Um desenho ou caractere é formado por um conjunto de dots
ou pontos,
Esses pontos, quando nos referimos a impressoras, são
medidos por polegadas quadradas.
Já quando se trata de monitores, é mais usado os Pixeis por
polegada.
DOT PER INCH
D P I
Pontos Por Polegada
Unidade de medida de resolução de documento impresso.
DOT PRINTER
Impressora por pontos
Impressora que imprime por meio de Pontos
O mesmo que impressora matricial
DOWN ( daun )
para baixo
DOWNLINE
Pessoa que no marketing multinivel estão abaixo de você
UPLINES - São as pessoas que estão acima de você ou seja, aquelas que lhe convidaram para fazer parte da rede
e que devem ganhar um percentual sobre a sua produtividade
DOWNLOAD
É o ato de baixar arquivos de um outro computador, para o seu.
O contrário de Download é o Upload .
DOWSTREAM
Uma rede de dados via cabo que descreve a direção dos dados recebidos pelo computador
DPMS
Indicador Power
Nos monitores de computador, um indicador que acende uma luz verde quando
o monitor está operando normalmente, e se o monitor estiver em modo
DPM (EnergY Saving) a cor do indicador muda para laranja.
DPN
Domínio de Primeiro Nível
Abaixo relacionamos uma lista de domínios de primeiro nível do Registro.br
(a Nic Brasileira)
DPNs para Instituições (Somente para pessoas jurídicas)
- AGR.BR Empresas agrícolas, fazendas
- AM.BR Empresas de radiodifusão sonora
- ART.BR Artes: música, pintura, folclore
- EDU.BR Entidades de ensino superior
- COM.BR Comércio em geral
- COOP.BR Cooperativas
- ESP.BR Esporte em geral
- FAR.BR Farmácias e drogarias
- FM.BR Empresas de radiodifusão sonora
- G12.BR Entidades de ensino de primeiro e segundo grau
- GOV.BR Entidades do governo federal
- IMB.BR Imobiliárias
- IND.BR Industrias
- INF.BR Meios de informação (rádios, jornais, bibliotecas, etc..)
- MIL.BR Forças Armadas Brasileiras
- NET.BR Detentores de autorização para os serviços de Comunicação Multimídia (SCM), Rede e Circuito Especializado (SLE) da Anatel e/ou detentores de Sistema Autônomo conectado a Internet conforme o RFC1930
- ORG.BR Entidades não governamentais sem fins lucrativos
- PSI.BR Provedores de serviço Internet
- REC.BR Atividades de entretenimento, diversão, jogos, etc...
- SRV.BR Empresas prestadoras de serviços
- TMP.BR Eventos temporários, como feiras e exposições
- TUR.BR Entidades da área de turismo
- TV.BR Empresas de radiodifusão de sons e imagens
- ETC.BR Entidades que não se enquadram nas outras categorias
DPNs para Profissionais Liberais (Somente para pessoas físicas)
- ADM.BR Administradores
- ADV.BR Advogados
- ARQ.BR Arquitetos
- ATO.BR Atores
- BIO.BR Biólogos
- BMD.BR Biomédicos
- CIM.BR Corretores
- CNG.BR Cenógrafos
- CNT.BR Contadores
- ECN.BR Economistas
- ENG.BR Engenheiros
- ETI.BR Especialista em Tecnologia da Informação
- FND.BR Fonoaudiólogos
- FOT.BR Fotógrafos
- FST.BR Fisioterapeutas
- GGF.BR Geógrafos
- JOR.BR Jornalistas
- LEL.BR Leiloeiros
- MAT.BR Matemáticos e Estatísticos
- MED.BR Médicos
- MUS.BR Músicos
- NOT.BR Notários
- NTR.BR Nutricionistas
- ODO.BR Dentistas
- PPG.BR Publicitários e profissionais da área de propaganda e marketing
- PRO.BR Professores
- PSC.BR Psicólogos
- QSL.BR Rádio amadores
- SLG.BR Sociólogos
- TRD.BR Tradutores
- VET.BR Veterinários
- ZLG.BR Zoólogos
DPN para Pessoas Físicas (Somente para pessoas físicas)
DRAFT
Rascunho
DRAG
Arrastar
DRAG AND DROP
Arrastar e soltar
Técnica que consiste em clicar com o mouse em cima de uma figura ou
arquivo e movela para outro lugar, ou até mesmo para outra
pasta simplesmente arrastando essa figura ou arquivo até
o lugar desejado e depois, chegando lá, soltar o dedo do
botão do mouse.
DRIVE SPACE
Espaço no drive af)conputador ou desconpartado de disco ,formatador
de disco af)ferram ,de sist, que conpacta desconpacta disco,ou formata
disco ferramenta para aumentar o espaço de armazenamento em unidades
de disco atráves da conpctuacão dos dados
DRAW (dró)
Desenhar
DRAWER (dróar)
desenhista
DRAWING (dróin)
desenho
DRIVE (draiv)
acionar, dirigir.
Dispositivo físico que dirige um disco de informações.
Exite em uma CPU vários DRIVEs:
- drive de CD Rom
- drive de Disquetes
- drive de disco régido
- drive de DVD
- drive de Gravação de CDS o DVDs
DRIVE DE CDROM
Drive que lê discos de CD
DRIVE DE DISCO RÍGIDO
HD
Disco Rígido
É o drive que lê, grava e armazena informações em discos
magnéticos metálicos que geralmente são localizados
no interior da CPU.
Os discos do HD ou disco rígido, não são removíveis e sua
capacidade de armazenamento é bastante grande, chegado hoje
a ter os micros mais populares HDs com capacidade entre
40 e 80 Gigabytes de armazenamento.
O primeiro HD foi usado no PC XT e possuía uma capacidade
de 40 MB ( menos de um milésimo da capacidade dos maiores
HDs usados em micros populares hoje em dia).
DRIVE DE DISQUETES
Drive que movimenta, le e grava disquetes removíveis.
DRIVER
Programa que dirige e controla o funcionamento de
um dispositivo interno ou externo de computador
Todo o dispositivo físico de computador necessita de um
Driver para poder funcionar corretamente.
O Drive de CDROM (dispositivo físico) necessita de um DRIVER
( programa ) que o dirija. Para que ele ( drive de CDROM ) possa dirigir a leitura
de um Disco de CD por exemplo.
Os Drivers podem acompanhar os dispositivos vindo
juntos na hora de sua venda, ou no caso dos mais comuns,
já estão incorporados nos sistemas operacionais mais
usuais.
DRIVER DE DISPOSITIVO
O mesmo que Driver
Programa que dirige o funcionamento de um dispositivo físico de
computador.
DROVE (-drouv)
moveu, empurrou, acionou
DRUID
Druida
Antigo secerdote
DSL
Digital Subscriber Line
Linha Digital para assinantes.
Linha telefonica digital utilizada por assinantes do
serviço de acessoa a Internet de banda larga.
DSN
Data Source Name
DTR
Date Transfer RATE
Taxa de transferência de dados
é usada para medir a taxa de transferência de um dispositivo de rede ( modem geralmente ).
DUAL CORE
Dois corações
Processador com 2 núcleos de execução em 1 único processador físico
Com uma arquitetura Dual Core, um processador é capaz de executar um numero de tarefas,
inclusive pesadas, ao mesmo tempo.
Processador Intel Pentium D, por exemplo, além de ser um processador Dual Core, conta com um
vasto conjunto de tecnologias que buscam oferecer aos usuários um vasto conjunto de funcionalidades e
valor além dos Gigahertz. São ela:
- EDB - Execute Disable Bit
Tecnologia que combinada a um programa antivirus aumenta de forma significativa a segurança
do sistema
- EMG64T - Extend Memory 64 Tecnology
Com essa tecnologia o Pentium D está preparado para rodar a próxima geração de sistemas
operacionais e aplicativos de 64 bits
- EIST- Enhanced Intel SpeedStep
Essa tecnologia reduz o consumo de energia do computador e sua dissipação de calor,
colaborando também para a redução de níveis de ruído do equipamento
- VT - Virtualization Tecnology
Com um processador Intel Pentium D, sequ"encia 900 com suporte a VT é possível rodar
dois sistemas operacionais ao mesmo tempo em um só computador, de forma totalmente
independente.
Para maiores informações, clique aquí
Compare os 2 tipos de processadores
Dual-core
Por Carlos E. Morimoto em 8 de agosto de 2007 às 16h55
Um processador dual-core é um processador de dois núcleos, onde ambos compartilham a mesma pastilha de silício. Exemplos de processadores dual-core são o Core 2 Duo e o Athlon X2.
De uma forma geral, aplicativos que dividem a carga de processamento em vários threads e por isso se beneficiam de um processador dual-core são aplicativos de edição e compressão de vídeo, renderização 3D, edição de imagens (Photoshop, Gimp, etc.) e diversos aplicativos de uso profissional. Aplicativos que trabalham com um único thread e por isso não se beneficiam de um processador dual-core são aplicativos office de uma forma geral, navegadores, players de áudio e vídeo e a maioria dos games.
Note entretanto que o uso de um processador dual-core sempre ajuda quando você está rodando dois aplicativos pesados simultaneamente. Pode ser que um determinado game 3D não apresente ganho algum de FPS ao rodar sobre um processador dual-core, mas sem dúvida o FPS será mais alto se você resolver comprimir um filme em Divx em segundo plano enquanto joga.
Nos servidores a coisa muda de figura, pois quase todos os serviços geram um volume muito grande de threads, de forma que um processador dual-core oferece sempre um ganho muito grande de desempenho.
Ao contrário do que teríamos ao utilizar dois processadores separados em SMP, um processador dual-core atual, como o Athlon X2, Pentium D ou Core 2 Duo não consomem o dobro de energia que as versões single-core. Isto é possível graças a sistemas de gerenciamento de energia incluídos no processador, que reduzem a freqüência ou mesmo desativam completamente o segundo núcleo quando o processador está ocioso. No caso do Athlon X2, muitos componentes são compartilhados entre os dois processadores, o que aumenta a economia.
Se comparado com um Athlon 64 4000+ com core San Diego (que também opera a 2.4 GHz), um Athlon X2 4800+ Toledo (2.4 GHz, 1 MB) consome cerca de 12 watts a mais enquanto o sistema está ocioso e 24 watts a mais ao rodar um benchmark. Considerando que o TDP do San Diego é de 89 watts, o aumento não é tão significativo.
Um aplicativo que conseguisse utilizar simultaneamente todo o processamento de ambos os cores poderia, em teoria, fazer com que o consumo chegasse a ser, momentaneamente, próximo do dobro, mas em situações reais isto não acontece com freqüência.
Como de praxe, o uso de um processador dual-core tem seus prós e contras. O principal benefício de usar um processador dual-core é o melhor desempenho ao rodar muitos aplicativos pesados simultaneamente. Se você é do tipo que abre 50 abas do navegador, ouve música, comprime um DVD, retoca imagens no Photoshop (ou Gimp ;) para o cartaz que está diagramando no Corel e ainda por cima quer abrir 3 máquinas virtuais do VMware, tudo ao mesmo tempo, um processador dual-core, acompanhado por 2 ou 4 GB de memória DDR2 (ou DDR3), é uma necessidade.
Por outro lado, para usuários que rodam um ou dois aplicativos por vez, que usam o PC predominantemente para games (sem executar outras tarefas simultaneamente como, por exemplo, deixar o PC comprimindo um DVD em segundo plano) ou que rodam apenas aplicativos leves, um processador single-core mais barato, ou com uma freqüência ligeiramente maior ofereceria uma relação custo-benefício melhor.
Fonte: Hardware.com.br
DURON
Uma linha de processadores populares e de qualidade inferior ao ATHLON, fabricados pela AMD
Durom
DUTY ( -diuti )
dever; obrigação
DVD
Digital Video Disc
Disco de vídeo digital
Disco semelhante au CD
e que é próprio para o armazenamento de
imagens e filmes.
DVD ROM
É o Drive de DVD
O aparelho que le e envia para uma tela as imagens e sons
que estão gravadas em um Disco DVD
DVI
Digital Video Interactive
Vídeo digital interativo
DW
Data Warehouse
Armazém de dados
Sistema que quarda e organiza todas as informações
que estão espalhadas por vários outros sisstemas
dentro de uma empresa.
conjunto de tecnicas que interligadas alimentam
um sistema completo de apoio a decisão.
DWF
Driving Web File
Extenção de um novo formato de arquivo usado nas versões mais modernas do Auto Cad para Windows
DWG
Um formato binário usado pelo programa Autocad
Formato de arquivo usado para armazenar dados de desenho criados pelo Auto Desk
DynSite
E um programa cliente de DNS dinamico que vc pode instalar no seu computador.
d
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